Sick Hearts

Posted in Uncategorized on Outubro 28, 2008 by shizumaruhisame

Ali estava eu no meio da rua. Sem nenhum lado para ir secar os meus olhos. O meu coração doente, bate levemente. Sinto-me vazio, com um vácuo na alma. Arrisca hoje ou vive querendo voltar a ter as memórias que se foram com o tempo.
Como algo como tu (sim tu, ser sem escrupulos heart-broker) pode fazer isto? Ambandonar-me nesta solidaão tremenda, sem qualquer defesa nem armas para matar? Eu não sangrei por ti, foi por nós. Tu saiste do círculo. Adeus anjo sem asas.

O Sol põe-se agora e eu ainda nem o vi, o mundo colapsa e tu não estás cá. Eu vejo a minha visão a arder e tu a morrer por dentro. Eu não acho isto normal.

Jogo de Bilhar – By: Ana Rita (wow)

Posted in Uncategorized on Outubro 28, 2008 by shizumaruhisame

Por vezes gosto de assemelhar a minha vida a actos e factos do quotidiano. Desta vez cheguei à conclusão que a minha vida tem tudo a ver com um jogo de bilhar, cujo objectivo é meter todos os dias os catastróficos problemas da adolescência, – que na verdade não passam de meros obstáculos pelos quais todos devemos passar para nos tornarmos “grandes” como tantas vezes o desejamos ser, grandes pessoas, com grandes personalidades, que sempre ficarão guardadas na memória de cada um – no buraco, transformar calamitosos “inimigos” em notáveis conhecidos. E no fim, no fim tudo volta ao inicio, a bola branca está onde houvera estado, as coloridas no triangulo. Desligo o rádio, apago as luzes e estou pronta para um novo jogo, é domingo à noite, amanhã terei de voltar a colocar todas aquelas bolas no buraco, voltar a enfrentar problemas que agora sei como lidar, pôr cada um deles de uma forma tão distinta mas ao mesmo tempo tão igual, como houvera aprendido no passado. A cada jogo, a cada tacada, a cada jogada sou uma pessoa diferente, diferente em personalidade, sei agora como não tacar uma bola de forma errado como tantas vezes o fiz, conheço cada uma delas como a mim mesma , sei que jamais cometerei o mesmo erro duas vezes, sei que na vida nunca há duas oportunidades, ou agarras a primeira, ou então esquece. E quando o meu adversário de jogo precisar de mim ambos saberemos que estarei lá.

by: Ana Rita Reis Bragança

I’m a fake

Posted in Uncategorized on Setembro 28, 2008 by shizumaruhisame

Que o mundo pare ao saber todas as minhas agonias! Porque eu não tenho medo de morrer, ou sangrar, ou matar! Perfiro matar 30 pessoas a perderte. Perfiro sentir 100 agulhas no porque a ferirte! Serás tu as minhas 30 pessoas? serás as minhas 100 agulhas? Olha para mim. Sou um autentico nada!

Sózinho tornei-me em pedra, enquanto estava a aguentar o meu folego para morrer. Parecia fugir da vida como uma larva foge da fome de um passaro.

Ela teve um tremor de terra dentro da sua mente. Eu senti isso quando tudo desabava a volta dela. Senti-me com culpa do sentimento dela, visto que eu fiz aquele fogo. Mas eu não estou bem quando vais, não fico bem. Porfavor sê minha.

Deixa-me salvar-nos. Eu assassinei o nosso amor, eu sei disso. Mas olha as pessoas lá em baixo. Vê como elas deixam o amor escolher um caminho. O mais duro, porvezes, doi menos do que o mais fácil. Eu sou todo teu. Coração e alma!

Vê como estes dias são escuros. Como o sol se espalha na tua cara, mesmo que o nosso amor seja demasiado grande para se perder. Encontrarei um caminho, uma possibilidade, tu e eu. Encontrai um caminho para por este probelema por trás de nós. Farei luz para um dia escuro.

Hearts Burst Into Fire

Posted in Uncategorized on Setembro 22, 2008 by shizumaruhisame

Tenho tido estes estranhos pensamentos… Serão reais… ou não? Estou preso em algo que não existe… literalmente. É como se fosse e não fosse. É real… demasiado. Será impressão minha?

Sinto-me literalmente isolado. Ninguem com quem falar, nem mesmo confiar. Cabeça fria, cabeça fria. Cabizbaixo, ando pela cidade. Desapareço com o vento. A minha alma fica na chuva intensa. Lavagem? Não. Limpagem. Limpo tudo o que aconteceu e acontecerá. Sinto-me como se tivesse facas no corpo. Sinto liquidos e sólidos, e também gasosos. Mistureime com o mundo. Mais um para nada.

Resolverei a minha furia agarrando num x-acto e cortando-me? Não! O mundo não acabou, ainda. O tempo não volta atrás. O que fazer? Esperar. Algum dia acontecerá, pode não ser hoje, nem amanhã, nem na proxima semana. Tempo, volta para trás.O fim da história banal e fria está proximo.

Nada interessa quando a morte é algo que… não tem explicação. Ninguem se torna uma estrela, apenas uma alma que vagueia por aí.Tão fundo, que  nem cheguei a sangrar e já me apanharam. Ainda acho que estar preso num unico caminho é mau. Ou será que não?

Eu estarei bem, tentando ou não. Estou a ficar sózinho é tudo o que tenho agora… Eu estarei mesmo bem, mesmo eu não sendo eu.  Chamas apoderam-se de mim. Choro. Rio. Grito. Falo. Salto. Penso. Acabou.

Poetic Tragedy – McFamily 8D

Posted in Uncategorized on Setembro 19, 2008 by shizumaruhisame

Para quê lutar por quem não nos ama? Para sofrer? Acho que não. Apenas acho. Não tenho a certeza. É algo que me ultrapassa, visto que nada me afecta. A questão é: Conseguir ou não sobreviver? Agora vejo as pessoas na rua, a perder o seu tempo com nada. Tentando guardar tudo por dentro, mas só por uma noite. Talvez eu… Mas o que é que eu sei?

Tu sempre tiveste tempo para me fazer chorar durante  anos? Não. Meses? Sim. Eu enterrei-me vivo por dentro. Nada me vai voltar a afectar.

Deixarei tudo a meio, começarei do nada, voltarei ao inicio? Ou consiguerei… fugir do meu medo? Será que apanhei fogo nos teus olhos? Podes sentar-te a ver-me cair para o nada, e claro que pedirei-te ajuda. Estarás comigo lá?

Pelo menos, eu sei que há uma casa onde eu poderei viver descançado. Onde acreditarei que os anjos existem. A vida é uma Tragédia Lirica.

E só alguns é que protegerão do mundo. Quem são? A McFamily. Obrigada por tudo!

Ana Rita Reis Bragança, porque ela é o que me faz viver.

Posted in Uncategorized on Setembro 19, 2008 by shizumaruhisame

Como apenas uma rapariga singela no 5º ano veio a mudar a minha vida no 8º? Não sei. Sei que ela entrou na minha vida e nunca mais saiu, isso eu sei. Cada vez mais chegados, os melhores amigos, ela é tudo o que necessito para viver.

Por tudo o que passamos juntos, por eu poder confiar em ti, por eu não conceguir deixar de te amar, por proibires-me de me cortar, por termos rido e chorado juntos, por termos escorregado nos bancos do “galinheiro” da escola, por teres acordado um novo Diogo. Nunca ninguem foi tão importante como tu, Ana Rita.

Amo-te Ana Rita, não te posso perder. Não conheço outra vida sem ti, meu amor. #

All That I’ve Got – Dedicado à Bárbara.

Posted in Uncategorized on Setembro 15, 2008 by shizumaruhisame

Perdido na rua. Sózinho. Completamente excluido de uma sociedade sem pés nem cabeça. Perto de uma paragem cardiaca, continuei a andar. Sangue a escorrer-me na boca. Cada vez sinto a minha pele a derreter, de medo, de calor num dia frio de outono. Cada vez mais pequeno, vou-me afundando no chão. Sinto-me frio e quente, triste e contente, medroso e corajoso. A vida passava-me nos olhos. Seria aquilo uma morte passageira ou apenas um pensamento estranho?

Afundei-me. Fechei os olhos e senti um calor a subir-me a espinha. Caí deitado, com as mãos estendidas, parecendo que estava agarrado a alguem. Abro os olhos, e vejo o mundo real. PEssoas passavam, a maioria nem dava conta que na realidade, estava sentado num banco. Mas porquê?

Serei mais um entre os restantes? Então porque é que eu sinto que nada vale a pena? Sou um excluido! E então? Mais vale sózinho do que mal acompanhado. Mas alguem dá-me a mão.

Olhei para a sua cara. Uma rapariga, por sinal. Tinha uma face bonita, cabelo preto. Ela disse apenas “Acorda. O mundo ainda gira.”

É verdade. Ela valeu a pena.

ADORO-TE BÀRBARA 8D

Maybe Memories

Posted in Uncategorized on Setembro 5, 2008 by shizumaruhisame

Sonho com um mundo melhor. Com paz, com amor. Mas algo entristece: Onde param as tradições? Já nada é como antes. Talvez as memórias nos ajudem a lembrar. É como folhear um livro: Ao folhear, entra-se na própria história. Eu já entrei, e nunca mais saí de lá. Acordei desmaiado dentro de um grande hall, com um piano, e alguem muito estranho a tocar. Não me importei da aparência e perguntei onde era o fim. “Só ele sabe.”, disse-me. Quem seria esse ele?

Encontrei todo o tipo de aberrações dentro desse castelo. Pessoas desmembradas, outras há procura de nada dentro de livros com tudo, outras que quando andavam, meio litro de sangue escorria pelas suas costas. Alem de ser horrivel, poderia ser o meu destino.

Perguntei a muitas pessoas. “Não sei. Ando há procura dele há anos.”, diziam-me. Eu sempre acreditei que fosse possivel encontra-lo.

Entrei dentro de uma estranha sala. cada quadro que estava lá dentro estava manchado de sangue, mas percebia-se as pessoas retratadas. Pareciam jovens e belas mulheres, mas… Estavam mortas. No fundo da mesa estava uma pessoa a comer um coração preso a uma corda. Ele desfazia-se como areia nas mãos de alguem. “O que é isso?”, perguntei. Ele respondeu que era a ultima mulher que amava. Mas como alguem podia ser tão cruel?

Afinal, enganei-me. “Ele” não existia. Era básicamente um deus. Mas eu não quiz voltar atrás. Olhei para as minhas mãos: Estava velho. Sangue corria pela minha boca. Tinha de sair daquele lugar.
Mas como? Aquilo é uma história, um conto. E quem lê um conto, acrescenta sempre um ponto. Aquilo nunca mais iria acabar.
Afinal, voltei-me a enganar. Numa porta que dizia “Cuidado com o que desejas”, entrei. aparentemente, era o fim. Mas, era um caminho infinito. Eu tenho de sair deste lugar.

O Sangue que me escorria na boca caía no chão. No chão, cresciam árvores, que tinham corações pendurados. Um arrepio pelas costas. Uma faca na barriga. Sentia-me morto e inutil, mas isso não me fez parar de lutar.
Uma porta apareceu. “Encontras-te o teu destino. Bem vindo ao mundo que nunca o foi”, alguem me disse. Entrei. Voltei ao normal, mas… Morri. Afinal… Devia ter tido cuidado e não ter desejado sair dali tão rápidamente e dar tempo ao tempo.

Find a Way

Posted in Uncategorized on Setembro 3, 2008 by shizumaruhisame

Eu sou como um espelho. Quem olha para mim, não me vê. Vê-se a si próprio. É como estar no meio de uma floresta e não encontrar abrigo para passar a noite. Vendo a lua a pôr-se por cima de mim, conto as estrelas. São muitas. Cada uma me faz lembrar uma pessoa especial. Um dia também serei uma estrela.

Fecho os olhos. Sinto-me como se flutua-se por todo o lado. A vida pássa-me há frente. Quando abro os meus olhos, vejo portas. Muitas portas. Cada uma leva a uma alma. Entro na primeira que vi. Era a minha. Vi as minhas memórias: As pessoas por quem chorei, para quem ri, para quem cantei. As pessoas a quem eu despedacei corações. As pessoas que culpei sem razão alguma. E algo me dizia para tentar encontrar um caminho.

Afinal, nem tudo era tão mau. De repente, estou no mar. A entrar pelo oceano dentro. As bolhas pareciam que me comiam a alma. Agarrei a minha cabeça, isto não estava a acontecer. Vi a luz ao fundo daquele tunel de água, outra dimensão. Mesmo há distância, noutra dimensão, algo me está a puxar para um mundo em chamas. “O Amor é fogo que arde sem se ver”, ouvi. Dos meus olhos corriam lágrimas, lágrimas de desespero, infelicidade e de tristeza. Toquei no chão. Estava tudo cheio de sangue. Este era o outro caminho? Talvez. Corri da-li para fora. Os meus olhos ainda choravam. Porque seria?

Era um sonho. Apenas um sonho. Mas, ao lado de mim, tinha um papel que dizia “I caught your fire, in your eyes”. Seria a explicação para aquele mundo em chamas? Não sei.

Tentei adormecer outra vez. Será que amanhã vai ser melhor? Um sorriso estranho formou-se na minha cara. “A distância não interessa quando se ama verdadeiramente.”

Buried Myself Alive

Posted in Uncategorized on Setembro 3, 2008 by shizumaruhisame

Quando o tempo para, quando olhamos para trás, quando pensamos que acabou, quando tentamos voltar atrás, quando sabemos que nada vai mudar, o que fazemos? Esperamos. Esperamos para que tudo acabe. Esperamos que seja só um sonho mau, ou um pesadelo. Imaginamos anjos no céu onde apenas voam os corvos. Apenas sentimos que isto vai acabar, enquanto acordamos deitados no chão numa rua muito movimentada. TApamos os olhos, deixamos de respirar, deixamos de lutar. O coração continua a bater. As pessoas passam por nós, umas apressadas, outras com calma. Umas com o jornal na mão, outras com uma revista cor-de-rosa. Abirmos os olhos. Haverá algo que nos possa fazer levantar? Algo que nos faça dizer “Isto é vida”? Não. Continuamos deitados. Os carros passam. A musica cada vez mais baixa. Tudo torna-se escuro. Algo mais? Algo para lutar? Mais vida para viver? Onde? Aqui? Ali? Do outro lado da esquina? Não me parece.

Acordei. Acordei deitado numa floresta, no meio de várias rosas. Levantei-me, corri, fugi daquele lugar. Será que fiquei enterrado vivo e alguma coisa me puxou para cima? Não sei. Sei que estava diante á mesma rua. Mas sem ninguem, sem carros, vidros partidos, uma carta no chão. Na carta dizia “If you want me back, You need to ask!”. Fechei os olhos. Pensei numa floresta morta, onde as árvores davam corações despedaçados. Um rapaz estendeu-me a mão. Seria isto outro sonho?

Acordei. Acordei no meu quarto, suado. Vi as horas. 00:05. Deitei-me há 5 minutos. Muita coisa aconteceu e eu nem dei conta do tempo.